Mundo ultrapassa a marca de 1 milhão de mortos por Covid-19, diz universidade

Mundo ultrapassa a marca de 1 milhão de mortos por Covid-19, diz universidade

O mundo ultrapassou hoje a marca de 1 milhão de mortes provocadas pelo novo coronavírus, a informação é da Universidade John Hopkins. Os Estados Unidos e o Brasil são os países com os maiores números de óbitos.

Além da marca, a velocidade da pandemia também chama atenção: enquanto o mundo levou seis meses para registrar as primeiras 500 mil mortes, foram necessários somente três meses para registrar as outras 500 mil. As últimas 100 mil mortes foram registradas em 12 dias.

Os cinco países com mais mortes são Estados Unidos, Brasil, Índia, México e Reino Unido. Os números brasileiros são do consórcio de veículos de imprensa – do qual o G1 faz parte –, que apontavam mais de 142 mil mortes no país pela Covid-19 até as 20h desta segunda.

Os dados mundiais são do monitoramento da Hopkins, com atualização até a manhã (6h, no horário de Brasília) de segunda-feira.

 

Países com mais mortes pela Covid-19 (27/09)

Estados Unidos                204.499

Brasil                                    141.503

Índia                                     94.503

México                                76.243

Reino Unido                      42.060

Itália                                     35.818

Peru                                     32.037

França                                  31.675

Espanha                              31.232

Irã                                          25.394

No último dia 17, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a aceleração da pandemia na Europa em setembro, impulsionada por altas nas transmissões diárias, principalmente na França e Espanha. O Reino Unido, que também aparece com os vizinhos europeus na lista dos dez países com mais mortes no mundo, vive uma onda de novos contágios: houve dois dias de recordes diários na última semana.

Por causa do aumento de casos, vários países europeus anunciaram ou planejam novas restrições para conter a disseminação do vírus.

A região de Madri, na Espanha, se apressa para estender as restrições já em vigor a novas áreas. A partir de segunda (28), 167 mil habitantes adicionais – superando, assim, um milhão de pessoas – poderão sair de seus bairros apenas para trabalhar, ir ao médico ou levar seus filhos para a escola, segundo a agência de notícias France Presse.

No Reino Unido, quase metade do País de Gales estará em confinamento local: a partir das 18h (horário local; 14h de Brasília) deste domingo, estará proibida a entrada ou saída nas cidades de Cardiff e Swansea, exceto por razões profissionais ou estudantis.

Na França, um coletivo de médicos pediu a implementação de medidas drásticas “a partir deste fim de semana”, para evitar “uma segunda onda mais difícil de administrar para os hospitais e unidades de terapia intensiva (UTI) do que a primeira”.

Em Bruxelas, na Bélgica, bares e cafeterias terão que fechar suas portas às 23h partir de segunda (28). E, na Itália, os torcedores estão muito frustrados porque, por enquanto, os estádios da península não podem receber mais de mil torcedores por partida.

As medidas rígidas vêm provocando indignação e protestos em todo o mundo – como em Londres, onde, no sábado (26), ao menos 16 pessoas foram detidas e quatro policiais ficaram feridos em uma manifestação que reuniu milhares de opositores às restrições.

Com informações do G1

ffbernardes

ffbernardes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Conteúdo Protegido